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Nasce em 29 de Janeiro de 1910, em Santo Antonio de Ibarra, província de Imbabura, Ecuador. Em 1936 é ordenado sacerdote. Na diocese de Ibarra apoia e dinamiza a JOC, movimento da juventude operária. Em 1954 é nomeado bispo de Riobamba e aqui começa o trabalho pastoral entregando as terras da Igreja aos indígenas. Dá início à Pastoral de Conjunto e às Escolas Radiofônicas Populares, com o lema “educar é libertar”. Participa do Concílio Vaticano II. Em 1968, inaugura a Casa da Diocese chamada “Hogar Santa Cruz”, centro de reflexão teológico-pastoral-político não só a nível nacional mas a nível latino-americano. Renunciando, por limite de idade, à posição de bispo de Riobamba, é nomeado presidente do Departamento de Pastoral Indígena da Conferência Episcopal Ecuatoriana. Em 1986, recebe o prêmio Nobel da Paz, pelo seu árduo trabalho de defesa dos direitos humanos, dos povos e por sua opção pelos indígenas. Recebe o doutorado Honoris Causa de várias universidades do mundo e em Ecuador é chamado pelo Congresso Nacional a contribuir na formulação do “Projeto de Lei das Nacionalidades Indígenas”. Em 31 de Agosto de 1988, morre em Quito.

 

Bibliografia

Leonidas Proaño escreveu muito sobre trabalho pastoral e teológia, sobre educação e direitos humanos; tem vários escritos sobre  - Fé e Política -.

Muitos livros foram publicados, outros estão a caminho. Destacamos o livro-autobiografia, muito conhecido:

- Creo em el Hombre y em la Comunidad, coleção Carangue, de 2011.